15 de mai. de 2009

Você tem fome de quê?

Mesmo com o prato de comida na mão, pude ir além da fome que ela poderia estar sentindo no momento registrado pelo fotografo. Essa criança como muitas outras vivem em completo estado de miséria, carentes não apenas de comida. Precisam de uma moradia decente, alimentação, e principalmente atenção por parte dos nossos governantes.
Agora é a sua vez! O que você vê nessa foto?
Au revoir!

13 de mai. de 2009

Não sou invisivel!


Quantos meninos com esse mesmo olhar você viu hoje? Essa mesma pergunta me fiz, e a minha resposta acredito que não seja diferente da sua. Essa crianças são invisíveis aos nossos olhos. Fazemos de conta que elas não existem, e só prestamos atenção na existência delas quando fotógrafos de extrema sensibilidade se propõem a nos mostrar.
Au revoir!

12 de mai. de 2009

11 de mai. de 2009

Muito além do Dia das Mães

Olhando a beleza dessa imagem podemos dimensionar a importância e o significado da palavra mãe...muito além do que um único dia.
Au revoir!

Semiótica - Mudando o rumo da prosa

Queridos leitores, informo que o blog terá uma nova proposta. Isso mesmo! Agora postarei fotografias baseadas nas minhas análises semióticas diárias. Essas postagens ocorrerão durante todo o mês de Maio,
Espero que continuem acompanhando o Janelando, deixando as suas impressões.

Au revoir!

* Semiótica: (do grego semeiotiké ou "a arte dos sinais") é a ciência geral dos signos e da semiose que estuda todos os fenômenos culturais como se fossem sistemas sígnicos, isto é, sistemas de significação.

22 de abr. de 2009

A culpa não é da chuva

Nesses dias chuvosos não existe um tema melhor para ser abordado do que a chuva que caí em nossa "cidade sol". Na verdade, não é bem o fenômeno da natureza que será citado aqui, mas o transtorno que ele tem causado.
O que deveria ser uma benção por aliviar o calor, se torna um súplicio para aqueles que não se prepararam para a chegada da chuva. Sem falar que todos os anos assistimos as mesmas cenas: Ruas alagadas, trânsito infernal, deslizamentos de encostas, por consequência pessoas desabrigadas e outras perdendo a vida.
Acredito que tanto os governantes quanto a população acabam acreditando no marketing de turismo que diz "Aqui faz sol o ano inteiro". Deixam de lado os reparos e melhorias para enfrentar os tempos chuvosos, constróem casas nas encostas, e suplicam para que São Pedro também acredite no slogan feito para atrair turistas.
O caos em Salvador não é culpa da chuva, e sim culpa de todos nós que não temos a cultura da prevenção. Isso me faz lembrar da "fábula da formiga e a cigarra" de La Fontaine. Nesse caso, sómos a cigarra, que ao invés de nos prepararmos para o inverno, ficamos atrás do trio elétrico e aproveitando o sol do verão. Que tal mudarmos de papel e nos tornarmos a formiga?

Au revoir!

3 de abr. de 2009

Pós morte


Após a morte do deputado, ex-apresentador de televisão e estilista Clodovil Hernandez, não se falou de outra coisa a não ser sobre a sua trajetória polêmica, tanto em Brasília quanto nas emissoras em que trabalhou. Mas cá entre nós, não foi só de mexericos e meia dúzia de palavras venenosas que ele deixou como herança.
No dia 24 de março foi aprovado o projeto de lei de autoria do deputado Clodovil, que permite a adoção do sobrenome do padrasto ou da madrasta na certidão de nascimento do enteado, após pedido do mesmo ao juiz.
A aprovação da lei foi a forma que o senado encontrou para homenagear essa figura singular, porém desafeto de muitos. Será que se o Clodovil Hernandez estivesse vivo, o projeto sairia do papel? Tenho minhas dúvidas.
Clodovil sempre deixou claro em suas entrevistas que o papel dele dentro da câmara dos deputados era de defender os direitos das famílias, mas esse lado de Clô nunca foi explorado pela mídia. Talvez desse mais ibope o lado boca maldita e escrachado do que um Clodovil estilo light.